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⟳ Atualizada em: 11/05/2022 11:30

Em meio ao imbróglio na tal Terceira Via  tão disseminado e persistente como a inflação , há gente no entorno de Michel Temer tentando convencê-lo a colocar o nome à disposição do grupo MDB, PSDB e Cidadania, que diz ainda buscar uma candidatura única ao Planalto.

Temer assumiu o Planalto em 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff. Virou “golpista” para os petistas, mas nunca rompeu a ponte com lideranças do partido. No governo Bolsonaro, foi convidado pelo presidente para assumir uma missão no Líbano e protagonizou, em 2021, o episódio da cartinha que marcou o recuo de Bolsonaro após ataques ao STF no 7 de SetembroEm manifestações naquele mês, havia faixas na Avenida Paulista pedindo “volta, Temer”.

Nos últimos meses, Temer se reuniu com todos os possíveis presidenciáveis da chamada Terceira Via, inclusive com Sergio Moro. Publicamente, ele defende a unidade das candidaturas do centro, mas já foi mais confiante na viabilidade dessa alternativa a Lula e Bolsonaro, que no entender dele, seria “uma homenagem ao eleitor”.

Em março do ano passado, após Temer ser absolvido no âmbito do chamado inquérito dos portos, como registramos, alguns emedebistas já tinham vazado para a imprensa a possibilidade de Michel Temer se candidatar ao Planalto em 2022. Na ocasião, a história foi chamada de “blefe”, mas agora, aos mais próximos, Temer estaria dizendo que há, sim, disposição para, nas palavras dele, “tentar unificar o país”.

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