Home»Destaque»Violência contra mulher: MPE recomenda PM e Civil priorizem o atendimento das vítimas durante o carnaval

Violência contra mulher: MPE recomenda PM e Civil priorizem o atendimento das vítimas durante o carnaval

Atualizada em: 27/02/2019 15:12

0
Compartilhamentos
Pinterest Google+

Hoje o assunto do Papo de Mulher é sério! Vivemos uma realidade triste com o aumento no número de violência praticada contra mulheres. E no período de carnaval a tendência é que seja ainda maior.

O artigo 8ª da Lei Maria da Penha preconiza a adoção de medidas integradas de prevenção à violência doméstica e familiar contra a mulher, desta forma o Ministério Público Estadual (MPE) recomendação às Polícias Militar e Civil para que realizem ações conjuntas e priorizem os atendimentos em decorrência destas violações à mulher.

O Ministério lembra ainda que as mulheres vítimas devem ser encaminhadas às delegacias do gênero, para realizar os procedimentos criminais necessários, com a prisão do agressor, se for o caso, sem prejuízo das demais providências.

A recomendação foi realizada nesta terça-feira, 26, e as autoridades devem informar o acatamento da recomendação, no prazo de cinco dias, além das providências adotadas.

PM e Civil

Por meio de nota, a Polícia Militar informa que ainda não foi notificada pelo Ministério Público. Entretanto, afirma que já produz ações e operações de conscientização durante o carnaval, voltadas para as diversas formas de violência contra a mulher. 

“Das formas de atuação, estão inclusas palestras (mais de 20 palestras foram realizadas entre 05/11/2018 e 31/12/2018 – período que sucedeu o Curso Nacional de Patrulha Maria da Penha, no estado. Todas as 9 cidades que possuem batalhões, mais as 06 cidades que possuem Companhias independentes de Polícia Militar receberam ações,  a partir dos alunos do Curso. Para o carnaval, estão previstas ações de sensibilização e mobilização nas redes sociais, voltadas para a prevenção à violência contra a mulher, bem como postagens de banners produzidos pela SECOM, alusivas à não vitimização feminina”, diz a nota. 

O Papo de Mulher pediu o posicionamento da Polícia Civil e aguarda resposta.

Post Anterior

“Tô na pista”: Grupo de amigos organiza o retorno do carnaval de rua em Palmas

Próximo Post

PC faz busca e apreensão na Secretaria Estadual de Saúde: investigação é sobre o escândalo do lixo hospitalar