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⟳ Atualizada em: 13/08/2019 17:36

Sete unidades prisionais do Tocantins estão utilizando escâneres corporais (bodyscan) nos procedimentos de revista em pessoas que adentram ao ambiente carcerário. Os equipamentos foram adquiridos pela Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), por meio do Sistema Penitenciário Prisional do Tocantins (Sispen), para reforçar a segurança dos estabelecimentos penais do Tocantins.

A aquisição dos equipamentos faz parte do projeto de modernização do Sispen e já foram instalados na Casa de Prisão de Palmas, Araguaína, Gurupi e Paraíso do Tocantins na Unidade de Tratamento Penal Barra da Grota (UTPBG), no Centro de Reeducação Social Luz do Amanhã (Cariri) e na Cadeia Pública de Guaraí.

O escâner corporal vai proporcionar um controle maior sobre a entrada e saída de pessoas e objetos nas unidades prisionais, pois permite uma visualização aprimorada e menos invasiva sobre o porte de objetos proibidos aos visitantes, como armas, explosivos, drogas e aparelhos celulares. O dispositivo faz uma varredura completa dos visitantes, identificando objetos que estejam sob as vestes ou no interior do corpo. Desta forma, qualquer objeto é identificado pelo aparelho e torna-se quase impossível burlá-lo.

O secretário da Seciju, Heber Fidelis, afirma que a aquisição dos equipamentos auxilia nas revistas, reforçando a segurança dentro das unidades para os reeducandos e visitantes. “Não realizamos revistas vexatórias no Tocantins desde 2013, os scanners corporais representam um reforço indispensável na contenção da entrada de ilícitos nos ambientes carcerários e possibilitam humanizar ainda mais o procedimento de entrada de visitantes na unidade”, esclareceu Fidelis.

Benefícios

De acordo com o superintendente do Sispen, Orleanes Alves de Souza, o uso de equipamentos tecnológicos para revistar quem adentra a carceragem das unidades é fundamental para manter um ambiente seguro dentro das unidades. “Pesquisas do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) indicam que o uso de escâneres corporais tem proporcionado uma significativa redução dos casos de mortes e fugas das unidades prisionais, reflexos do controle rigoroso que impede o acesso de presos a objetos proibidos”, destaca.

Os equipamentos foram custeados com recursos do Fundo Penitenciário Estadual (Funpes), transferidos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) que disponibiliza recursos para serem utilizados no aprimoramento da infraestrutura e modernização do sistema penal brasileiro.

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