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⟳ Atualizada em: 14/06/2022 20:54

O ministro Alexandre de Moraes afirmou que o TSE não vai tolerar milícias pessoais ou digitais nas eleições deste ano. A declaração foi a primeira dele como presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Eleito nesta terça-feira (14), ele fez um discurso citando, ainda, os mortos pela pandemia, desempregados e a fome no Brasil.

“Nossos eleitores não merecem a proliferação de discurso de ódio, de notícias fraudulentas e da criminosa tentativa de cooptação por coação e medo de seus votos por verdadeiras milícias digitais. A Justiça eleitoral não vai tolerar que milícias pessoais ou digitais desrespeitem a vontade soberana do povo e atentem contra a democracia no Brasil”, disse o ministro.

Moraes avaliou o atual cenário do país como um recomeço da pós-pandemia. “Momento de reconstrução espiritual e econômica do Brasil, após a morte de mais de 668 mil pais, mães, avós, filhos, filhas, maridos, mulheres, pela terrível pandemia e suas nefastas consequências para mais de 11 milhões de desempregados e a fome atingindo 33 milhões de brasileiros”, ressaltou.

O novo presidente do TSE finalizou o discurso de posse ressaltando que “os brasileiros merecem esperança”, propostas e projetos sérios. Ele ainda pontuou que o Brasil tem uma das quatro maiores democracias do mundo, junto com Estados Unidos, Índia e Indonésia, mas é a “única democracia em que os resultados são proclamados no mesmo dia das eleições”, com clareza, transparência, segurança e respeito à soberania popular.

Enaltecendo as urnas, Moraes lembrou que quatro presidentes foram escolhidos por meio deste sistema eletrônico, o que demonstra o sucesso, a transparência e a confiabilidade.

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