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⟳ Atualizada em: 26/02/2021 14:39

As comemorações de torcedores do Flamengo pelo segundo título consecutivo do Campeonato Brasileiro geraram grandes aglomerações no dia em que o país alcançou o maior número de mortes por covid-19 e atingiu a marca dos 250 mil mortos, de acordo com levantamento de consórcio de veículos.

Durante as festas da maior torcida do Brasil, as máscaras também foram deixadas de lado. Flagrantes desses momentos correm pelas redes sociais e pelo perfil Brasil Fede Covid, que monitora festas e grandes aglomerações em todo o país em meio à pandemia e já soma mais de mil publicações.

A desobediência às recomendações das autoridades sanitárias, que preconizam o uso de máscaras e o distanciamento social, não é exclusividade da torcida flamenguista. Ocorreria com qualquer outro clube, como ocorreu com a torcida do Palmeiras nas festividades pelo título da Libertadores da América.

Muito menos se restringe ao futebol, que convive com os portões fechados há quase um ano. Perfis nas redes mostram festas de réveillon, Carnaval e reuniões clandestinas, frequentadas por público das mais diversas classes sociais, em todos os cantos do Brasil, em que o protocolo de biossegurança tem sido ignorado.

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