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⟳ Atualizada em: 12/07/2019 17:29

A produção artesanal do Brasil pode ser confirmada como força da economia criativa graças ao sucesso de eventos como a Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), considerada a maior feira de artesanato da América Latina, e cuja 20ª edição chega ao fim neste domingo, 14. O evento, que acontece no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda (PE), conta com a participação de artesãos individuais e representantes de entidades tocantinenses.

Segundo o coordenador nacional do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), Fabrício Magalhães, com base em levantamentos diários, o balanço final de peças comercializadas deverá ser bem superior aos números do ano passado. Mas este não é o único foco do PAB, que atua no apoio a feiras e eventos para comercialização da produção artesanal.

“Antes, pensava-se somente na venda, mas com a implantação do laboratório técnico em parceria com a Colômbia, o Governo Federal passou a investir na qualidade dos produtos como valor agregado”, relata, informando que projeto piloto foi implantado neste ano, no Amazonas, Ceará e Espírito Santo, sendo proposta levar para outros estados, incluindo o Tocantins, a partir do próximo ano.

Tocantins na Fenearte

Por meio da Gerência de Fomento e Promoção da Cultura da Agência de Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), em parceria com o Sebrae/TO, o Estado participa da Feira com exposição e venda de peças em capim dourado, fibras, madeira, jatobá, bucha vegetal, sementes e artesanato indígena.

Foram selecionados, via edital, os artesãos Antônio Marinho de Abreu (Ananás), Durvalina Ribeiro de Sousa (Palmas), Guilherme Antônio dos Santos (Porto Nacional), Josias de Souza Menezes (Gurupi) e Raquel Pinheiro da Silva (Ponte Alta), além da Associação dos Artesãos do Capim Dourado Pontealtense (Ponte Alta) e a Associação Dianopolina de Artesãos (Dianópolis).

“Estamos muito satisfeitos com o movimento e a comercialização das peças”, comemora Guilherme Antônio, cujas peças feitas com bucha, madeira, semente, capim e ferro já são vendidas diretamente para várias lojas do Brasil e exportadas para 16 países, graças a participação em eventos como a Fenearte, que tornaram a originalidade de seu trabalho conhecida.

 

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