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⟳ Atualizada em: 11/10/2019 18:07

Um homem, 29 anos, foi preso nesta sexta-feira, 11, em cumprimento ao mandado de prisão preventiva em Nova Olinda. O homem é o principal suspeito de abusar sexualmente da própria sobrinha entre os anos de 2008 e 2009. Segundo as investigações, a vítima tinha entre 7 e 8 anos de idade na época do crime e tio tinha 19 anos de idade.

Segundo o delegado Luis Gonzaga da Silva Neto, por todos estes anos, a vítima guardou segredo em relação ao abuso sofrido pelo tio, revelando somente agora, tendo em vista não conseguir se relacionar com o atual namorado, vindo a revelar o porquê do comportamento estranho. A vítima, que hoje tem 17 anos de idade, relatou que na época do crime estava num galpão com o tio e que ele, aproveitando-se da situação, a estuprou.

Foto: Delegacia de Polícia Civil de Nova Olinda.

A vítima também relatou que na época não entendeu o que havia acontecido, mas lembra-se que se sentiu muito estranha, não sabendo explicar os seus sentimentos. A adolescente contou ainda que não revelou para ninguém o abuso sofrido, pois tinha vergonha e pensava que pudesse esquecer sozinha, mas isso passou a atormentá-la.

A menor foi submetida à perícia médico legal, onde ficou constatado que a mesma não era virgem há muitos anos. Desse modo, o exame confirmou que a conjunção carnal coaduna com o período relatado pela vítima (cerca de 10 anos atrás), evidenciando o seu relato de ter sido abusada sexualmente quando criança.

A vítima também foi submetida à avaliação psicológica do grupo gestor das equipes multidisciplinares do poder Judiciário, tendo a psicóloga concluído que a menor teve uma experiência traumática muito cedo na vida, coincidindo com o relato do abuso sexual sofrido pelo tio. Ainda, segundo a profissional consultada é improvável que a menor tenha revelado, fantasiado, ou feito falsa memória desse abuso sexual sofrido.

O delegado Luís Gonzaga da Silva Neto, titular da Delegacia de Nova Olinda, concluiu o inquérito policial, sendo o tio da vítima, indiciado pelo crime de estupro qualificado majorado pela violência presumida, cuja pena total pode chegar ao patamar de 20 (vinte) anos de prisão, tratando-se de crime hediondo. Depois de preso, o indivíduo foi recolhido à Casa de Prisão Provisória de Araguaína (CPPA). O caso agora será encaminhado ao Poder Judiciário para as medidas cabíveis. O Ministério Público já ofereceu denúncia pela prática do crime investigado.

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