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⟳ Atualizada em: 28/02/2020 16:03

De caráter educativo, consultivo, técnico, multiprofissional e interinstitucional, o Comitê Estadual de Prevenção do Óbito Materno, Fetal e Infantil (CEPOMFI) teve sua reunião de reestruturação realizada na tarde desta sexta-feira, 28, em Palmas. Considerada uma ferramenta de grande importância para o Sistema Único de Saúde (SUS), o CEPOMFI foi instituído em 2002 e sua última reunião foi realizada em junho de 2015.

Para Márcia Valéria, reestruturação é um marco histórico desta gestão / Foto: André Araújo

“É um marco histórico desta gestão, após quase cinco anos, reativar o Comitê, visando promover a redução de óbitos por meio da conjugação de esforços e conhecimentos na análise dos problemas e na proposição e recomendação de medidas de intervenção”, destacou a gerente de Áreas Estratégicas para os Cuidados Primários, Márcia Valéria Ribeiro de Queiroz.

A relevância do Comitê destacada por Márcia é compreendida após a verificação dos dados de óbitos ocorridos de 2015 a 2019, quando ocorreram 82 óbitos maternos; 1.281 fetais e 1.533 infantis. “São dados preocupantes e as causas ainda seguem as mesmas, principalmente as mortes maternas que geralmente acontecem por hemorragias, pré-eclâmpsia, infecções e abortos clandestinos”, enfatizou a técnica de Rede Cegonha da SES, Raquel Marques.

O CEPOMFI

O Comitê é formado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), através da Diretoria de Atenção Primária, Diretoria de Atenção Especializada, Superintendência de Unidades Hospitalares Próprias, Humanização e Superintendência de Vigilância em Saúde; Sociedades Científicas/Profissionais (Sociedade de Pediatria do Tocantins – STOP, Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Tocantins – SOGITO, Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras – ABENFO, Associação Brasileira de Enfermagem – ABEN); ONGs (Pastoral da Criança, Casa 8 de março, Centro de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente); Instituições de Ensino Superior com cursos de medicina  e enfermagem; Conselho Estadual de Saúde; Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) e representante das parteiras tradicionais.

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