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⟳ Atualizada em: 19/05/2018 12:01

Crianças e adolescentes ciclistas puxaram o ato pacífico realizado na manhã deste sábado, 19, em Palmas, por um trânsito “com mais respeito e menos acidente”. Segundo os organizadores, o grupo foi à frente, “especialmente, para homenagear todas as vítimas de trânsito da nossa capital”. Mais de 300 pessoas participaram do ato, entre corredores, pedestres, grupos de pedal e famílias que gostam de andar de bicicleta. Veja como foi a saída do passeio em vídeo gravado pelo cicilista Eugenilton Nascimento. 

O percurso saiu da avenida JK, perto do Palacinho, na Arse 15, em direção ao centro da capital, passando pela prefeitura, contornando a praça dos Girassóis e seguindo pela avenida Teotônio Segurado em direção ao Parque Cesamar, depois retornando à praça dos Girassóis. Acompanhe parte do trajeto em outro vídeo de Eugenilton Nascimento.

O aposentado Dionísio Federigh Costa participou do passeio junto com a esposa. Ele, que é amante do pedal e da corrida, disse que “o objetivo do movimento era justamente chamar atenção da população sobre o grande número de acidentes que está havendo com ciclistas, esportistas, pedestres, infelizmente, cada vez mais a imprudência tomando conta do nosso trânsito. E onde não está havendo fiscalização”.

Costa destacou que  existem leis e normas, que devem ser respeitadas, mas falta fiscalização. Uma delas, a do ‘respeitômetro’, que teve representação de destaque no protesto. “Todo veículo tem respeitar a distância de um metro e meio da bicicleta. Isso é lei! A bicicleta tem todo direito de passar entre os carros, quando o sinal estiver fechado. É lei. A bicicleta tem autonomia sobre todos os veículos. Só o pedestre que tem preferência sobre a bicicleta. Nós somos o ponto mais vulnerável”, explicou o aposentado. (Acompanhe áudio)

E ele chamou a atenção para o que ocorre nas rotatórias de Palmas. “Infelizmente, ninguém respeita a gente. Um carro grande provoca um deslocamento de ar muito grande, às vezes faz com que a gente venha sofrer uma queda, e toda queda é perigosa pro ciclista”.

Mas além disso, Dionísio enfatizou também que “ciclista não faz só por esporte. Nós temos muitos que usam a bicicleta como meio de transporte. E esses, infelizmente, são as maiores vítimas, porque não andam com equipamento de segurança, com capacete, sinalização, inclusive andam pela contramão, porque acham que vendo os carros de frente, vão se sentir mais seguros. Errado”. 

A fotógrafa Cecília Latorraca, outra amante do pedal, também participou do protesto e registrou momentos diferentes do percurso. Acompanhe a galeria.

 

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