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⟳ Atualizada em: 23/04/2019 14:46

Segundo com a Receita Federal, até às 11h desta terça-feira, 23, 17.535.879 declarações foram recebidas pelos sistemas do órgão. De acordo com o supervisor nacional do IR, auditor-fiscal Joaquim Adir, a expectativa é de que 30,5 milhões de contribuintes entreguem declaração. O prazo de entrega da declaração é até o dia 30 de abril.

Quem precisa declarar o IR:

  1. Quem recebeu rendimentos tributáveis (como salário, aposentadoria, aluguel) acima de R$ 28.559,70 no ano anterior;
  2. Se recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte acima de R$ 40 mil;
  3. Quem possuir bens superiores a R$ 300 mil;
  4. Se teve receita superior a R$ 142,798,50 com atividade rural;
  5. Quem realizou operações na Bolsa de Valores.

O especialista em Educação Financeira da Fundação Sicredi, Everton André Batista Lopes, explica quais são os documentos necessários para fazer a declaração e que podem ajudar a não cair na malha fina. “Primeiramente, para que você possa fazê-la com mais tranquilidade e ordem, é importante que, ao longo do ano, escolha um local de fácil acesso e nele separe uma gaveta ou um envelope, onde irá guardando documentos exigidos para que, no momento exato, tudo fique a sua disposição, tais como:

  1. A declaração de seus rendimentos do ano anterior, no caso o ano base 2018;
  2. Despesas médicas e odontológicas, suas e de seus dependentes legais;
  3. Despesas escolares, suas e de seus dependentes legais;
  4. Doações a instituições com a possibilidade de deduções legais;
  5. Comprovantes de aluguéis, se esse for o seu caso; 
  6. Comprovantes de contribuições de Previdência Privada somente na modalidade PGBL – Programa Gerador de Benefício Livre.
  7. Os “CPFs” de todos os dependentes, independente de idade, deverão ser informados na declaração”, esclarece Everton André Batista Lopes.

Declaração depois do prazo

A Declaração depois do prazo deve ser apresentada pela Internet, utilizando o PGD IRPF 2019 ou o serviço “Meu Imposto de Renda”, ou em mídia removível, nas unidades da RFB, durante o seu horário de expediente. A multa para quem apresentar a Declaração depois do prazo é de 1% (um por cento) ao mês-calendário ou fração de atraso, lançada de ofício e calculada sobre o Imposto sobre a Renda devido, com valor mínimo de R$ 165,74, e máximo de 20% (vinte por cento) do Imposto sobre a Renda devido.

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