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⟳ Atualizada em: 25/05/2022 16:06

Não é nem metade do ano e a inflação no Brasil, no acumulado de 2022, já beira os 5% (fechou em 4,93%), teto da meta estabelecida para o ano, e alcança 12,20% no acumulado de 12 meses, segundo dados divulgado hoje pelo IBGE. Quanto mais os preços sobem, mais difícil fica para o trabalhador brasileiro sobreviver num contexto de desemprego e salários baixos.

Embora em ritmo menor do que em abril, a inflação segue acelerada em maio, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15). Prévia da inflação do mês, o IPCA-15 ficou em 0,59%, a maior variação para maio desde 2016, quando fechou em 0,86%.

Com exceção do subitem habitação, todos os demais tiveram alta. Entre os produtos específicos, gasolina (1,24% e 0,17 ponto percentual) e etanol (7,79% e 0,07 p.p.) estão na lista de produtos de mais impacto no índice, junto com produtos farmacêuticos (5,24% e 0,17 p.p.), produtos de higiene pessoal (3,03% e 0,11 p.p.) e passagem aérea (18,40% e 0,09 p.p.).

De acordo com o IBGE, no grupo alimentos e bebidas, destacam-se as altas do leite longa vida, que avançou 7,99%, com peso de 0,06 p.p. no índice e a batata inglesa que subiu 16,78% e teve impacto de 0,04 p.p. na inflação do mês. Cebola (14,87%) e pão francês (3,84%) foram outros itens alimentícios que aumentaram muito de preço no último mês.

A inflação do mês surpreendeu especialistas, que esperavam índice menor.

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