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⟳ Atualizada em: 14/08/2020 14:55

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado a prévia do PIB (Produto Interno Bruto) registrou alta de 4,89% em junho. O resultado representa a maior alta percentual da série histórica, iniciada 2003.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 14, pela autoridade monetária. Em relação a junho de 2019, houve queda de 7,05%.

De acordo com o Banco Central, a atividade econômica subiu pelo 2º mês consecutivo depois de ter fortes quedas no início da pandemia de covid-19. O isolamento social e as medidas de segurança limitaram o fluxo de pessoas, comércio e serviços no período.

Apesar da recuperação, o IBC-Br mostrou que a economia encolheu 10,94% no 2º trimestre do ano em comparação com janeiro a março.

Banco Central. Foto: Divulgação.

O PIB brasileiro recuou 1,5% no 1º trimestre de 2020 em comparação com o último trimestre de 2019. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) vai divulgar em 1º de setembro o resultado oficial do 2º trimestre.

No ano, a economia encolheu 6,28%, segundo o Banco Central. Em 12 meses, a queda é de 2,55%.

O IBC-BC

Divulgado todos os meses, o IBC-Br é uma medição antecedente do crescimento econômico do país. O índice incorpora estimativas para a agropecuária, indústria e serviços, assim como impostos sobre os produtos.

Já o PIB oficial do país é medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e considera o resultado de todos os bens e serviços produzidos pelo país em 1 determinado período.

Em 2019, o IBC-Br indicou alta de 0,89% na atividade econômica. O IBGE, por sua vez, registrou crescimento de 1,1% no PIB do ano. Fonte: Banco Central do Brasil

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