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⟳ Atualizada em: 17/03/2020 16:54

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (17), em conjunto com a Procuradoria-Geral da República, a operação denominada “Assombro” para desarticular organização criminosa suspeita de desviar dinheiro público por meio da contratação de funcionários fantasmas no Tocantins.

Os mandados foram emitidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), devido ao foro privilegiado. Foram realizadas buscas no Palácio Araguaia. Ao todo foram 80 policiais federais na operação desta terça feira, eles cumpriram 14 mandados de busca e apreensão nas cidades de Palmas, Araguaína e Dueré. A ação é resultado de investigações conduzidas pela Polícia Civil nas primeiras fases da operação Catarse, desencadeada em dezembro de 2018.

A investigação de acordo com o que foi levantado pela Policia Federal suspeita que houve contratação de funcionários fantasmas para desvio de dinheiro usado na obtenção de apoio político na campanha eleitoral de 2018, em que elegeu Carlesse ao governo do estado. Os crimes investigados são peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 

Ainda segundo o que apontou a PF, além da obtenção de novas provas, as ações desta terça-feira buscam interromper a continuidade das supostas ações criminosas, delimitar a conduta dos investigados, melhor dimensionar a quantidade de funcionários ‘fantasmas’, identificar e recuperar ativos frutos dos desvios, além de resguardar a aplicação da lei penal.

Leia a Nota: Operação da Polícia Federal enviada pelo governo do estado 

Data: 17/03/2020

“O governador do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse, refuta qualquer tentativa de ligação de sua gestão às velhas práticas políticas do uso de servidores fantasmas. Pois foi justamente a gestão Mauro Carlesse que pôs fim a esses antigos métodos utilizados pelos grupos políticos que passaram pelo Tocantins no passado recente.

Foi a gestão Mauro Carlesse que encontrou o índice de gasto com pessoal em 58,22% em abril de 2018, quando da cassação da gestão anterior e da posse do atual Governador.

Foi a gestão Mauro Carlesse que teve atitude de enfrentar o problema do desenquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal, promover a Reforma Administrativa e reduzir consideravelmente o gasto com folha de pagamento, cortando 50% dos contratos temporários e 30% dos cargos em comissão, além de reduzir outras despesas do Governo, para reenquadrar o Tocantins na Lei de Responsabilidade Fiscal. Medidas essas que resultaram no resgate da credibilidade do Estado e recolocam o Tocantins entre os entes da Federação com melhor condição de equilíbrio fiscal.

O governador Mauro Carlesse reitera que, mesmo a contragosto de antigas forças políticas, prosseguirá com o trabalho de recuperação das contas públicas do Tocantins, visando à retomada dos investimentos, a geração de empregos e oportunidades e a melhoria na qualidade vida da população”.

Secretaria da Comunicação

Governo do Tocantins

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