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⟳ Atualizada em: 10/06/2022 13:16

Apesar de o PL ter indicado uma empresa para auditar as eleições de 2022, o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, foi radicalmente contra a PEC do Voto Impresso, proposta capitaneada por Jair Bolsonaro para dar “legitimidade” ao pleito deste ano.

Na terça-feira última, a sigla credenciou o Instituto Voto Legal (IVL) para fazer uma auditoria no processo eleitoral. A empresa foi criada em 2021, é sediada em São Paulo, e tem como presidente o engenheiro Carlos Rocha, formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

“Ninguém pode reclamar [das eleições]. O próprio [Jair] Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil, com mais 53 deputados federais. Como reclamar da urna eletrônica? Não tem como reclamar. O voto impresso só ia trazer prejuízos ao Brasil”, disse o presidente do partido, em vídeo publicado em 2021.

“Em todas as eleições, são sorteadas urnas em que os partidos são convidados, junto com a Polícia Federal, para checar as urnas. E isso não se trata de ser contra ou a favor do Bolsonaro. Se trata de defender os interesses do país. Essa estrutura de votos nas urnas eletrônicas é caríssima e isso já está pronto, não temos que gastar”, acrescentou.

“Imagina em uma sessão qualquer, aí chega um cidadão que ‘não é normal’ e chega lá, votaria ‘Bolsonaro’, gosta do Bolsonaro e aperta Lula. Sai lá impresso o voto do Lula. Ele vai chegar na sessão e dizer: ‘Olha aqui, eu votei no Bolsonaro e saiu Lula’. É um espírito de porco, mas pode acontecer. O que vai acontecer? Vão parar todas as urnas do Brasil, não vai ter votação no dia da eleição. Isso não dá certo”, concluiu.

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