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⟳ Atualizada em: 12/11/2021 15:49

Para 57% da população brasileira, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve sofrer processo de impeachment e ser afastado do cargo, mostra pesquisa PoderData realizada de segunda  a quarta feira desta semana ( 8 ) com 2.500 pessoas em 412 municípios das 27 unidades da Federação.

Os que defendem a permanência do chefe do Executivo são 36%, enquanto 6% não souberam ou não quiseram responder à pergunta. Os números ficaram estáveis desde setembro, última vez que o assunto foi abordado pela empresa de estudos estatísticos do Poder360.

A porcentagem da população que defende a deposição de Bolsonaro está em um dos níveis mais altos já registrados pelo PoderData. Em julho, eram 50% que queriam a saída do presidente.

Para que um processo de impeachment seja aberto, é necessário aval do presidente da Câmara, atualmente Arthur Lira (PP-AL).

Esta pesquisa foi realizada no período de 8 a 10 de novembro de 2021 pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

DESTAQUES DEMOGRÁFICOS

Os homens (43% do grupo), os que têm de 45 a 59 anos (44%) e os moradores da região Norte (49%) são os que mais querem que Bolsonaro permaneça no cargo.

Já os que mais acham que o presidente deve sofrer impeachment são: os de 16 a 24 anos (63%), os que cursaram até o ensino superior (63%) e os moradores das regiões Centro-Oeste (63%) e Nordeste (66%).

GRUPO DO “REGULAR” PEDE IMPEACHMENT

Dos que consideram o trabalho de Bolsonaro “regular“, 58% acham que o presidente deve deixar o Planalto.  Esse estrato tende a ficar em modo de “observação” e se move de um lado para o outro à medida que a polarização se intensifica.

Entres os que consideram o chefe do Executivo “ruim” ou “péssimo“, 78% afirmam ser favoráveis ao impeachment. E dos que consideram Bolsonaro “ótimo” ou “bom“, 88% acham que o presidente deve seguir no cargo.

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