0
Compartilhamentos
Pinterest Google+

⟳ Atualizada em: 13/08/2019 08:51

Duas mulheres e um homem foram indiciados pela Polícia Civil por crimes contra a administração pública estadual que ocasionaram um prejuízo de R$ 171.240,00 (cento e setenta e um mil, duzentos e quarenta reais) ao erário. 

As investigações conduzidas pela Delegacia de Especializada em Investigações Criminais (DEIC), Núcleo Norte, de Araguaína, concluíram que uma dos indiciadas esteve lotada na extinta Secretaria Geral de Governo, em Palmas, no período compreendido entre os meses de abril de 2016 e dezembro de 2018, mas nunca frequentou o órgão ou prestou qualquer tipo de trabalho ao Estado. Os policiais analisaram documentos e ouviram diversas testemunhas. 

Segundo o delegado responsável pelo caso, Bruno Boaventura, também foi evidenciado o recolhimento de folhas de freqüência (em branco) de  servidores, no início de cada mês, por outra funcionária. Após o recolhimento, ela devolvia as frequências preenchidas e assinadas, sendo, por fim, referendadas pelo chefe imediato da pasta. “A fraude era concluída através do encaminhamento das escalas à Secretaria responsável, no intuito de avalizar o pagamento recebido pela indiciada, onerando indevidamente o Estado do Tocantins”.  

Operação Catarse. Foto: DICOM SSP.

Ainda de acordo com o delegado, a investigada recebia cerca de R$ 4.500,00 mensais, com direito a todos os benefícios e vantagens inerentes ao cargo, como adicional de férias e décimo terceiro salário, valores que deverão ser devolvidos, caso seja condenada. A mulher foi exonerada em janeiro de 2019. Os servidores que endossavam a frequência ainda continuam em exercício. Enquanto as mulheres foram indiciadas pelos crimes de peculato e falsidade ideológica, o homem foi por falsidade ideológica.

Post Anterior

Mototaxista suspeito de fazer transporte de drogas e insumos do tráfico é preso em flagrante na Capital

Próximo Post

Vagas de emprego: Sine Tocantins irá realizar seleção de 120 vagas para Mercadão Express