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“O que temos para hoje é saudade”: o romantismo dos papéis de carta é lembrado no Papo de Mulher

Atualizada em: 12/02/2019 11:36

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Como diria a música “o que temos para hoje é saudade”! O Papo de Mulher desta terça-feira, 12, está repleto de romantismo, carinho e aquelas lembranças da adolescência que tantas meninas que colecionavam papéis de carta. Ah, bons tempos!

O que me fez lembrar do papel de carta lá dos anos 90? Pois bem, deixa eu contar. Com a volta às aulas, precisei ir em uma papelaria comprar alguns itens e me deparo com um bloco de papel de cartas, todo colorido, diferentes desenhos e aquele charme de sempre. Um filme da minha infância e adolescência passou na minha cabeça em poucos minutos.

Sim, colecionar papéis de carta era comum e a maioria das crianças e adolescentes dos anos 90 fizeram isso.  Os diversos tamanhos, modelos, e os mais variados desenhos dos papéis encantavam quem os colecionavam.

A maior alegria reunir com as coleguinhas para trocar e aumentar a coleção. Pois bem, conversando com uma amiga, Rubiana Teixeira, sobre o assunto, ela destacou o cuidado que tinha com seus álbuns e a importância que tinha cada papel.

“Era tudo guardado em uma pasta. Cada papel guardado ali tinha um significado. Tinha uma história, um valor sentimental agregado”, ressaltou Rubiana.

Para algum papel daqueles serem retirados da coleção, o destinatário tinha que ser muito especial, mas muito mesmo, ou o papel tinha que ser repetido, caso contrário a pasta era guardada e cuidada com o maior xodó. Talvez com a chegada da tecnologia, os papéis perderam a graça, mas só quem viveu esta fase, sabe o sentimento de satisfação que era.

Enfim, vivemos na época que ir nas papelarias comprar bloquinhos de papéis de carta era tendência, acompanhar o que era novidade, compartilhar com as amigas e exibir com orgulho “minha coleção”.

Saudades daquele tempo de menina, que o encanto e o romantismo das cartas eram parte de uma rotina que hoje muitos desconhecem.

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