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⟳ Atualizada em: 19/07/2022 11:11

O Partido Novo voltou ao Supremo Tribunal Federal horas depois de ter ingressado na corte contra a PEC kamikaze, transformada em emenda constitucional e que abre R$ 41,2 bilhões em benefícios ficais para Jair Bolsonaro gastar a três meses das eleições. O motivo é que o caso foi distribuído automaticamente para André Mendonça, indicado por Bolsonaro.

Sem citar o fato, o partido se baseia em outro argumento: o caso não deveria ser atribuído por “prevenção” a Mendonça  que já analisa outras questões da PEC kamikaze  e sim distribuído livremente entre os 11 ministros, incluindo na lista novamente Mendonça e Kassio Nunes, o outro nome de Bolsonaro na corte.

“O grave risco imposto à legitimidade e normalidade do processo eleitoral, em si, justificariam a medida cautelar”, diz a ação. O caso, no entanto, ainda continua com Mendonça.

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