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⟳ Atualizada em: 10/08/2020 15:38

O ex-presidente Michel Temer aceitou o convite de Jair Bolsonaro para chefiar a missão humanitária no Líbano, após o país sofrer com a explosão do porto de Beirute, na semana passada.

Temer se disse honrado com o convite e que assim que o ato for publicado no Diário Oficial tomará as medias para viabilizar a tarefa. Bolsonaro convocou Temer para a missão ontem, domingo, 9, durante uma reunião promovida pela ONU e a França com líderes internacionais.

O Brasil vai enviar ao Líbano nos próximos dias uma aeronave com medicamentos, além de quatro mil toneladas de arroz e uma equipe técnica para auxiliar na perícia da explosão. A tragédia foi responsável pela morte de mais de 150 pessoas, outras seis mil ficaram feridas e 300 mil desabrigadas.

Mais cedo, a ministra da Informação do Líbano, Manal Abdel Samad, renunciou ao cargo. “Depois do enorme desastre em Beirute, apresento minha renúncia do governo. Peço desculpas aos libaneses, não atendemos às suas expectativas”, afirmou.

Temer vai pedir autorização à Justiça para ir ao Líbano

Antes de deixar o Brasil para chefiar a missão brasileira de ajuda ao Líbano, o ex- presidente Michel Temer precisa do aval da Justiça.

A defesa de Temer afirma que já está com o pedido pronto.

Bolsonaro e Temer tem uma relação cordial. Ainda na transição de governo, os dois se encontraram no Planalto. E mais recentemente, o ex-presidente assumiu o papel de conselheiro informal e sugeriu a Bolsonaro decretar isolamento social e parar com entrevistas no cercadinho do Palácio da Alvorada, no intuito de melhorar a comunicação de governo. Bolsonaro acolheu a segunda ideia. Tornaram-se mais raras as entrevistas na porta do Alvorada.

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