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Médico que foi atropelado no domingo, 12, necessita de doação de sangue

Federação Tocantinense de Triathlon e Liga de Ciclismo pedem mais segurança para atletas.

Atualizada em: 13/11/2017 18:05

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Na manhã do último domingo, 12, o médico e triatleta Pedro Caldas foi vítima de um atropelamento enquanto corria na marginal da TO-050, na Capital. O especialista em ginecologia e reprodução humana, teve traumatismo craniano, chegou ao hospital em coma e passou por cirurgia, no dia 12. Segundo informações de amigos ligados à família, nesta segunda-feira, 13, o Dr. Pedro Caldas teve piora no quadro neurológico e passou novamente por cirurgia, necessitando de doação de sangue tipo O-. Após a cirurgia o quadro de saúde se estabilizou.

A moça que o atropelou, identificada como Iolanda Fregonesi, 22 anos, estava bêbada, não apresentou carteira de habilitação. Ela foi liberada após pagar fiança de R$3 mil. A tragédia sensibilizou muitas pessoas e reabriu a cobrança sobre melhorias de segurança para os atletas nas vias da cidade.

Dr. Pedro Caldas. Foto: Divulgação

O presidente da Davi Gouveia que hoje conta com 126 federados, Sergio Henrique Moraes Lopes, conta que todos da Federação ficaram muito abalados com a notícia. “Sobre o acidente ocorrido com o amigo, triatleta, médico e pai, nos deixa triste de pensar que poderia ter acontecido com qualquer atleta, seja corredor, ciclista ou triatleta. Um ser humano que leva uma vida saudável, acorda bem cedo para fazer o seu treino e de repente é envolvido em um atropelamento.”, disse Sérgio. O presidente cobra mais respeito de todos, para que a segurança seja maior e melhor. “A cidade como um todo precisa acolher os atletas (tanto da corrida, ciclismo e também os triatletas), em uma cidade com vias largas, é necessário que todos se respeitem. Temos que começar esse respeito na base escolar”, completa.

O Diretor de Comunicação e Marketing da Liga de Ciclismo Federados do Bolão (FDB), Lailton Costa,  falou que a Liga prestou  solidariedade prestada ao médico e cobrou investimentos na segurança. “Para o ciclismo em geral, falta investir na ampliação e manutenção de ciclovias e aumentar a fiscalização sobre veículos, inclusive a bicicleta.  A reivindicação de atletas, e não apenas da liga, é a interdição da via da marginal leste da TO-050, onde aconteceu o atropelamento dos triatletas. É preciso melhorias na via, como asfalto e luminárias, além da segurança no tráfego”, conta Lailton. 

Ambos entrevistados falaram sobre um projeto que tramita Câmara de Vereadores de Palmas. O documento foi entregue no final de outubro e é resultado da cobrança dos atletas e sua entidades, como a Federação Tocantinense de Ciclismo (FTC) e a Federação Tocantinense de Triathlon (FTTri). O projeto prevê a regularização das  vias e a criação uma área isolada, com operacionalização de segurança de tráfego, para que os treinos sejam realizados de forma segura.  

 

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