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⟳ Atualizada em: 10/05/2021 17:04

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), que “não existe orçamento secreto”. Ele também negou que os recursos das emendas de relator (chamadas RP 9) foram direcionados com base em critérios políticos.

líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO). Foto: Divulgação.

No final de semana, o Estadão revelou que pelo menos R$ 3 bilhões em emendas extras de relator-geral foram liberadas pelo governo e, em alguns casos, os recursos foram usados em compras superfaturadas de tratores, por exemplo. O Antagonista já alertava para esse tipo de manobra desde 2020.

“Eu acho que não existe isso (orçamento secreto). A emenda RP 9 é um novo dispositivo no Orçamento. Ela foi votada publicamente e, em nenhum momento, o direcionamento de recursos para o município, ou para a base, teve esse perfil de orçamento secreto para compor uma maioria”, disse o líder do governo no Congresso. “Nos últimos três anos, o orçamento vem sofrendo modificações importantes. E se podemos melhorar uma política pública, vamos fazer esses aprimoramentos”, complementou o líder.

Gomes também rebateu as críticas de que a Codevasf, no governo Bolsonaro, teve seu escopo de atuação ampliado pelo Congresso, justamente para que a possibilidade de uso desses recursos também se alargasse.

“E quanto à expansão da Codevasf, o Tocantins entra pelo fato de abrigar umas das bacias doadoras para o Rio São Francisco. As águas do São Francisco nascem no cerrado. E existem outras bacias como Ilha do Bananal, Rio Araguaia e o Rio Tocantins”, justificou Gomes.

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