0
Compartilhamentos
Pinterest Google+

⟳ Atualizada em: 22/05/2019 08:41

Os advogados da Associação Educacional Luterana do Brasil (Aelbra), mantenedora da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), apresentarão nesta quarta-feira, 22, recurso ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, tentando modificar a decisão do juiz Marcelo Tonet, da 4ª Vara Cível da Comarca de Canoas, que negou o pedido recuperação judicial da Instituição.

No início de maio, como destacou o Portal Orla Notícias, a Aelbra havia entrado com o pedido de recuperação judicial, visando negociar as dívidas com os credores. No total, a dívida da rede de educação chega a R$ 8,2 bilhões, deste montante, R$ 2,4 bilhões foram incluídos no pedido de negociação.

Justiça nega recuperação judicial à Ulbra: instituição recorrerá nesta quarta – saiba mais

No Tocantins, o grupo mantém o Centro Universitário Luterano e o Colégio Ulbra Palmas, com mais de cinco mil alunos. Segundo a Associação, a negativa do pedido de recuperação judicial não alterará a rotina de aulas, nem o calendário de atividades acadêmicas. 

Confira nota da Aelbra: 

“Confiante em que a Recuperação Judicial é a melhor solução para reorganizar as finanças da Rede Ulbra de Educação e solucionar as dívidas com os credores, a Aelbra, mantenedora da Instituição, informa que recorrerá da decisão que indeferiu o pedido de Recuperação Judicial.

A Aelbra reforça que a decisão judicial não interfere na rotina acadêmica, nem nas atividades das escolas de Educação Básica da Rede Ulbra de Educação. Todas as disciplinas previstas continuam ofertadas, os trabalhos acadêmicos e escolares seguem normalmente, assim como o calendário de aulas, demais atividades e o Vestibular Ulbra 2019/2, que está com as inscrições abertas.

O pedido de Recuperação Judicial faz parte de um plano de reestruturação da Instituição, iniciado em outubro de 2018. O objetivo é quebrar o ciclo de dificuldades financeiras que impede a Instituição de estancar e solucionar sua dívida. A medida possibilitará que a Instituição equacione seus débitos, preservando a continuidade das atividades educacionais e os ativos de valor.

Agradecemos, mais uma vez, as manifestações de apoio que estamos recebendo de alunos, colaboradores, sindicatos e da comunidade. Essas mensagens reforçam a confiança de que estamos no caminho certo para manter a Ulbra entre as mais relevantes instituições de ensino do país”.

Enquanto isso, uma petição pública na internet já conseguiu 14 mil assinaturas, de funcionários, alunos, amigos e a sociedade em geral. O pedido será encaminhado também à justiça gaúcha.

Post Anterior

Dança de cadeiras: governo estadual faz troca-troca na Saúde e Recursos Hídricos

Próximo Post

Polícia Federal faz nova operação em três cidades do interior do TO: sete mandados judiciais são cumpridos

Sem comentários

Deixar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *