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Julgamento dos acusados do assassinato do advogado Danilo Sandes deve acontecer nesta quinta

Atualizada em: 01/02/2018 11:43

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Os acusados de assassinar o advogado araguainense Danilo Sandes, no ano passado, participam da primeira audiência de instrução criminal, marcada para as oito horas da manhã desta quinta-feira, 01. A audiência deve ser conduzida pelo Juiz Francisco Vieira Filho, da 1ª Vara Criminal, no auditório da Subseção da OAB Araguaína.

Nesse primeiro momento, devem ser ouvidas as testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público Estadual, além das testemunhas de defesa, e interrogados os acusados.

O crime:

O assassinato aconteceu no dia 25 de julho do ano passado. O advogado Danilo Sandes teria saído de casa pela manhã dizendo que ia até Filadélfia atender um cliente, marcou um encontro pelo telefone em um supermercado próximo à saída da cidade. E nunca mais foi visto. No dia seguinte, a moto do advogado foi encontrada abandonada. Cinco dias depois o corpo foi localizado próximo de uma chácara, a 18 km de Araguaína, em estado avançado de decomposição. Danilo foi assassinado com dois tiros na nuca.

Danilo Sandes tinha 30 anos de idade, era solteiro e tinha um filho de 9 anos. Ele se formou em direito pela Faculdade Católica de Araguaína em 2014.

De acordo com a investigação, o crime teria sido motivado por brigas entre herdeiros de um inventário judicial que envolve patrimônio milionário. O caso estava sendo acompanhado desde dezembro de 2016 por Danilo, que advogava para cinco pessoas de um grupo de seis herdeiros.

O suspeito, Robson Barbosa Costa, de 34 anos, que também é herdeiro, e estava sendo representado por outro advogado. Robson teria procurado Danilo e lhe proposto participar de uma fraude, ocultar bens para obter vantagens na partilha. Danilo se recusou. Robson foi preso no dia 25 de agosto pela polícia civil do Tocantins com apoio da Polícia Civil do Pará, na cidade de Marabá-PA. Ele é acusado de ser o mandante. Também foram presos, acusados de participação no crime, os policiais militares do Pará Rony Marcelo Alves Paiva e João Oliveira Santos Junior e o ex-policial militar, também paraense, Wanderson Silva de Sousa. O comandante do destacamento da PM em Itupiranga-PA, Sargento Josafá Pinheiro, também foi preso. Ele é acusado de ter atirado no advogado.

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