0
Compartilhamentos
Pinterest Google+

⟳ Atualizada em: 01/04/2020 15:02

Dados da Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência – Ligue 180 revelam que o número de ligações para o canal aumentou quase 9% durante esse período de pandemia. Segundo divulgado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), a média diária entre os dias 1 e 16 de março foi de 3.045 ligações recebidas, já entre os dias 17 e 25, foram 3.303 ligações.

A gerente de Políticas e Proteção às Mulheres da Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), Flávia Laís Munhoz, considera que o maior contato da mulher vítima com o agressor, pode contribuir para o aumento da violência doméstica durante o período de reclusão social, devido a pandemia da Covid-19.

“O maior período de aproximação com o agressor, associado ao estresse do isolamento, falta de recursos financeiros, uso de bebidas alcoólicas e outras drogas são alguns dos fatores que podem contribuir para o aumento da violência. Dessa forma, torna-se essencial o fortalecimento da rede de proteção à mulher, para que a mulher vítima de violência possa ter onde recorrer”, destacou.

Rede de proteção

Segundo a Seciju, o apoio às vítimas de agressão continua sendo realizado, através dos diversos órgãos que fazem parte da rede de proteção a mulher e que é necessário que se faça a denúncia para se combater esse tipo de comportamento, seja ela realizada pela própria vítima ou por qualquer pessoa que presencie situação de violência física, psicológica ou sexual, além de danos morais ou patrimoniais à mulher.

A rede de proteção, composta por instituições como Delegacias Especializadas em Atendimento da Mulher (Deam), Centros de Referência e Atendimento à Mulher (CRAM), Ministério Público e Defensoria Pública continuam atuando em defesa das mulheres.

Um exemplo disso é o Centro de Atendimento à Mulher (CRAM) de Arraias, ligado a Seciju, que permanece realizando os atendimentos e adotou todas as medidas de prevenção a Covid-19 quando realiza visitas domiciliares, solicitadas pela delegacia ou defensoria.

Lista de contatos

Central de Atendimento à Mulher: 180

Defensoria Pública do Tocantins:

  • Araguaína e região: 3411-7418
  • Gurupi: 3315-3409 e 99241-7684
  • Palmas: 3218-1615 e 3218-6771
  • Porto: 3363-8626

Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher:

  • Araguaína: 3411-7310/ 3411-7337
  • Palmas Centro: 3218-6878 / 3218-6831
  • Palmas Taquaralto: 3218-2404

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis:

  • Arraias: 3653-1905
  • Colinas: 3476-1738/ 3476-3051
  • Dianópolis: 3362-2480
  • Guaraí: 3464-2536
  • Gurupi: 3312-7270/ 3312-2291
  • Miracema: 3366-3171/ 3366-1786
  • Paraiso: 3361-2277/ 3361-2744
  • Porto nacional 3363-4509/ 3363-1682

Disque Direitos Humanos: 100

Ministério Público do Estado do Tocantins: 0800 – 646 – 5055 ou na lista informada no site do MPE.

Política Militar: 190

Post Anterior

Publicada MP que suspende reajuste de medicamentos por 60 dias

Próximo Post

União Européia propõe jornada de trabalho reduzida para evitar demissões