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⟳ Atualizada em: 24/04/2018 14:35

Para a justiça do Tocantins, Adriano da Silva Brandão, conhecido como “Adriano Pânico” ou “General” é considerado foragido, isso porque, contra ele, tem mandado de prisão em aberto, expedido em 18 de agosto de 2017. Este crime cometido aqui no Estado foi em junho do ano passado, contra o Banco do Brasil de Gurupi. O episódio aterrorizou a cidade, por volta das 22h de um domingo. Moradores estavam ainda aproveitando o restante da noite no centro da cidade quando foram surpreendidos pela chegada do bando. 14 pessoas foram usadas como escudo humano, para evitar que a polícia agisse contra a quadrilha, enquanto os criminosos explodiam o cofre e levavam o dinheiro da agência.

Em agosto, Pânico e outros quatro participantes do assalto foram denunciados à justiça pelo Ministério Público Estadual do Tocantins. E respondem por latrocínio, que resultou em lesão grave, furto qualificado e incêndio, cujas penas podem chegar a 41 anos de reclusão. Dos cinco acusados, dois restavam foragidos, um deles era Adriano.

Pânico é considerado um dos maiores assaltantes de carros-fortes em atuação no país. Mas uma ação integrada das polícias civil e militar do Pará levou à nova prisão dele, desta vez no sudeste do estado, na BR 155, entre Marabá e Eldorado dos Carajás, no fim de semana. 

Com o suspeito, os policiais apreenderam um fuzil AK 47 – arma de guerra -, dezenas de munições; dois coletes à prova de balas; quatro capuzes tipo “balaclava”; luvas; cordel detonador de explosivos;  carregadores de armas e roupas camufladas. Veja fotos

As policias do Maranhão, Pará e Tocantins tem uma lista de crimes cometidos por Adriano.  Ele é fugitivo do presídio de Pedrinhas, no Maranhão, e tem três ordens judiciais de prisão por assaltos a carros-fortes em Marabá, no Pará; no Maranhão e no Tocantins.

Segundo a polícia paraense, o grupo de assaltantes ao qual pertence também tem envolvimento no ataque a carros-fortes ocorridos, há cerca de um mês, em Alto Alegre, no Maranhão, e, em fevereiro, no interior do Estado do Piauí.

Pânico chegou a passar dez anos preso no Pará, por envolvimento em roubo a banco na modalidade conhecida como “vapor” ou “novo cangaço”, em Tucuruí. Também esteve em presídio de segurança máxima no Mato Grosso e há indício de que integra uma facção criminosa atuante nas unidades prisionais. Ao voltar à liberdade, ‘mudou de ramo’, passando a atuar também em roubos a carros-fortes. (Com informações da PC/PA)

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