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“Foi um movimento de uma minoria, levados por sindicato e por uma direção absolutamente irresponsável”, diz Amastha

Atualizada em: 13/10/2017 08:52

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Por Wanessa Sobreira

A coletiva de imprensa realizada pela gestão municipal serviu para anunciar a reposição de aulas na rede municipal de ensino e também para tratar da recomposição salarial dos professores que tiveram pontos cortados.

Os servidores que tiverem o ponto cortado em razão do movimento grevista que aconteceu no mês passado, receberão pelos dias que as unidades ficaram sem aulas. No entanto, as aulas terão que ser repostas em mutirão. O anúncio foi feito pelo prefeito Carlos Amastha (PSB), que disse que o pagamento será feito por meio de uma folha complementar até dezembro deste ano.

Cada unidade escolar terá um plano de trabalho. “O calendário escolar é de 200 dias letivos, nós vamos repor em alguns casos de 10 a 15 dias de aulas em janeiro”, adiante o secretário municipal de educação, Danilo de Melo.

Ainda durante a coletiva de imprensa, Amastha criticou o Sintet Regional. “ 24 horas depois do ínicio do movimento grevista ele foi declarado ilegal. E você não pode chamar de educação o movimento que no momento de pico mais alto, teve mil funcionários sem trabalhar onde temos um universo de 4 mil. Cerca de 75% trabalhou esse é a grande maioria. Foi um movimento de uma minoria, que insisto, levados por sindicato e por uma direção absolutamente irresponsável”, disse o prefeito.

O prefeito afirmou ainda que “ acho que o Sintet tinha que colocar a mão no bolso dos milhões que arrecada e repor esses pontos. Muitos pais de família foram iludidos por sua boa fé”, conta Amastha.

Por outro lado, o sindicato regional dos professores, disse que ainda não recebeu informação oficial sobre o assunto.

Movimento grevista

Mais de 36 mil alunos matriculados na rede municipal de ensino, retornaram no dia 28 de outubro as salas de aulas. As 73 unidades de ensino retornaram as atividades normais após 22 dias de paralisação.O Ministério Público Estadual realizou inspeções em diversas escolas para apurar reclamações durante a greve. As informações coletadas serão reunidas em documento. A categoria pede data-base, progressões, titularidades, eleição para diretor e PCCR em dia, que continua em fase de negociação.

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