0
Compartilhamentos
Pinterest Google+

⟳ Atualizada em: 29/05/2022 16:18

Dois hospitais das Forças Armadas informaram ao Tribunal de Contas da União que a aquisição de 60 próteses penianas infláveis, no valor de R$ 3,5 milhões, ocorreu porque esses modelos são mais parecidos com a “ereção fisiológica”

“Conforme relatório técnico, a prótese inflável é a prótese que mantém maior semelhança com a ereção fisiológica, pois há um mecanismo para fazer o pênis ficar ereto e voltar ao seu estado normal, além disso possui menor percentual de extrusão”, diz um dos documentos obtidos pelo UOL.

Os militares disseram ainda que as próteses maleáveis, as mais baratas, “deixam o pênis em permanente estado de ereção tendo o paciente que dobrar o pênis para vestir uma roupa”

“Tal situação pode gerar constrangimento quando o paciente for usar roupas de banho ou quando se aproximar de familiares e/ou amigos, além de outras situações de possível embaraço em aglomerações, tal qual no uso de transportes públicos.”

O pedido de investigação foi apresentado no mês passado pelo deputado Elias Vaz (PSB-GO) e o senador Jorge Kajuru.

O Portal da Transparência aponta que os gastos foram realizados em três pregões eletrônicos em 2021. Segundo as especificações, são próteses de silicone com comprimento que varia de 10 a 25 centímetros. O objeto é indicado para casos de disfunção erétil.

 

Post Anterior

Sobe para 56 o número de mortos após chuvas em PE; 56 seguem desaparecidos

Próximo Post

Covid-19: Brasil tem 8.195 casos e 62 mortes em 24 horas