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⟳ Atualizada em: 21/10/2019 15:49

Neste ano, nove aldeias foram contempladas pelo Projeto Itinerante de Negociação nas Aldeias, realizado pela concessionária de energia do Tocantins, Energisa. O objetivo é compartilhar informações, estreitar o relacionamento e falar a linguagem do cliente. As visitas começaram em maio deste ano. De lá para cá, já foram atendidas as aldeias de Canuanã, Tixuiri e São João (Formoso do Araguaia), Porteira (Tocantínia), Lago do Boto Velho (Lagoa da Confusão), Santa Izabel e Fontoura (Ilha do Bananal), Pedra Branca (Goiatins) e Mariazinha (Tocantinópolis).

Durante o projeto, são esclarecidos assuntos como produção de energia, a importância da segurança e os serviços prestados pela Energisa. “Falar na nossa língua facilita o entendimento e aproxima mais. As pessoas falaram, tiraram dúvidas. Muitos de nós não entendemos o Português direito, então, quando falamos na nossa língua, é mais fácil, porque todos entendem o recado”, destaca Reginaldo Snãromti Xerente, eletricista da Energisa. 

Até agora foram mais de 400 atendimentos, como troca de lâmpadas comuns por LED e cadastro na Tarifa Social de Energia Elétrica, além de 206 negociações. “É uma forma de estarmos mais próximos dos nossos clientes. Independentemente de onde estejam, ou a qual etnia pertençam, queremos estar juntos, entendendo as necessidades e levando informação sobre os nossos serviços, principalmente dos aspectos de segurança”, conta Mauro Inácio dos Santos, gerente de Serviços Comerciais.

Projeto

O projeto surgiu da necessidade de ficar mais próximo dos clientes indígenas que, em geral, moram em aldeias muito distante das cidades que têm agências de atendimento da Energisa. Essa dificuldade, aliada à falta de informação, acaba gerando prejuízos aos clientes, como atrasos e débitos. “Nos aproximamos mais deles, levando até as aldeias atendimento e informações sobre segurança com a rede elétrica, dicas de economia, trocas de lâmpadas comuns por LED e, ainda, realizamos o cadastro da tarifa social”, comentou Caroline Barbosa Calaça Maus, analista Comercial. 

Por meio do projeto, os clientes em débito têm acesso a um plano de negociação com condições especiais. “O projeto só é possível com a parceria da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), que aceitou prontamente e nos acompanha em todas as ações que beneficiam os indígenas”, ressaltou Alano Castro, assistente Administrativo.

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