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⟳ Atualizada em: 08/01/2019 10:41

O Ministério Público Eleitoral protocolou no Tribunal Regional Eleitoral novo novo pedido de cassação do governador do Tocantins, Mauro Carlesse (PHS) e do vice, Wanderlei Barbosa (PHS) nesta segunda-feira, 7. Desta vez, o procurador eleitoral, Álvaro Manzano, considerou que a extinção de mais de 15 mil contratos temporários pela gestão Carlesse, no primeiro dia do novo mandato, demonstrou que as contratações foram feitas somente para atender questões eleitorais.

Pedido de cassação de governador e vice recebe parecer favorável do MP Eleitoral

Por meio de nota, a assessoria de imprensa do governador disse que não “foi praticado nenhum ato que tenha infringido as leis eleitorais”. E que “somente agora, em janeiro, após o fim do período vedado pela Justiça Eleitoral, o Governo iniciou o processo de reforma administrativa e enxugamento da máquina”. 

Confira a íntegra:

O Governador cumpriu estritamente as determinações da Justiça Eleitoral e também do Tribunal de Contas. Portanto, não foi praticado nenhum ato que tenha infringido as leis eleitorais. Tanto que somente agora em Janeiro, após o fim do período vedado pela Justiça Eleitoral, o Governo iniciou o processo de reforma administrativa e enxugamento da máquina com a extinção de cargos temporários e comissionados em excesso.

Por isso, o Governo não vê sentido nesta ação proposta pelo MPF e que acredita no trabalho da Justiça

Assessoria de Imprensa

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