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⟳ Atualizada em: 21/07/2021 16:22

Em meio às negociações entre Legislativo e Executivo em torno do fundo eleitoral, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou em entrevista, que o Congresso pode discutir como quantificar “de maneira justa” o financiamento de campanhas no País.

Deputados e senadores aprovaram na semana passada a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022 reservando R$ 5,7 bilhões para o fundo eleitoral, o triplo do destinado às eleições gerais de 2018. Diante da repercussão negativa, o presidente Jair Bolsonaro já sinalizou que vai vetar a cifra, mesmo que ela tenha sido aprovada com votos da base governista. Agora, Planalto e Congresso negociam um valor intermediário. Como publicou o Broadcast Político mais cedo, partidos pressionam por no mínimo R$ 4 bilhões.

“Talvez nós tenhamos que nos debruçar para quantificar quando custa uma campanha, para que não fique a impressão sobre o parâmetros desarrazoáveis da LDO”, disse o presidente do Senado durante a entrevista. “O Congresso não se furtará a critérios que podem quantificar de maneira justa o financiamento de campanhas”, acrescentou, sinalizando disposição para negociar o impasse.

Visto muitas vezes como um aliado do Planalto, Pacheco também afirmou que “não gostaria de ver um terceiro impeachment” no País e ressaltou que a deposição de um presidente é uma medida excepcional, voltada a casos extremos. O parlamentar votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff em 2016.

Apesar de rechaçar a cassação de Jair Bolsonaro, Pacheco reconheceu que houve erros do governo no combate à pandemia. “Mas Queiroga é fiel e obediente à ciência, à medicina. Tem se revelado um bom ministro da Saúde, temos aumento da escala de vacinação”, ponderou. Sobre as investigações da CPI da Covid, o senador se limitou a dizer que espera “bons resultados”.

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