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⟳ Atualizada em: 12/02/2020 14:29

O Sebrae divulgou os resultados do estudo “Negócios Promissores em 2020” realizado a partir do cruzamento e análise de um conjunto de dados do FMI, Banco Central e Ministério da Economia.

O otimismo é maior para as micro e pequenas empresas que atuam no setor de serviços, para os negócios voltados ao atendimento das necessidades básicas da população, para o segmento da construção, além dos pequenos negócios que atuam no setor do agronegócio. 

No setor de Serviços, de acordo com o estudo, as expectativas são positivas para os pequenos negócios de serviços pessoais (beleza e estética), serviços prestados às empresas, na área da saúde, educação e transporte.

Nos segmentos que atendem às necessidades básicas da população, continuam em alta as empresas que atuam no comércio de alimentos e de alimentação fora do lar (restaurantes e marmitas).

Já na construção civil, as MPE de edificações, manutenção, comércio de material de construção e serviços especializados têm boas perspectivas de crescimento. Por fim, no segmento do agronegócio, o Sebrae aponta a possibilidade de um bom ano para os pequenos produtores rurais que atuam no comércio de cidades próximas às áreas de intensa produção agropecuária e no setor de máquinas e equipamentos.

“Agora, em 2020, com a retomada da economia e o aumento da confiança de consumidores e empresas, estamos caminhando para o fortalecimento dos negócios mais voltados ao atendimento do consumo de bens e serviços associados às necessidades básicas da população, como: gastos com alimentação, moradia, restaurantes e serviços pessoais”, comenta o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles.

Tocantins

O Tocantins segue a tendência nacional: os segmentos mais promissores para pequenos negócios em 2020 se concentram nos pequenos negócios de alimentação, serviços ligados a estética e beleza e transportes.

O estado iniciou o ano com 27 mil pequenos negócios na área de alimentação, mais de nove mil pequenos negócios ligados aos serviços de estética e beleza e três mil pequenos negócios do setor de transportes. O ranking se baseou nos segmentos com maior taxa de abertura e expansão nos últimos anos e tendências da economia local, nacional e mercado externo. (Assessoria de imprensa Sebrae)

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