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⟳ Atualizada em: 17/02/2020 15:50

Vereadores de oposição de Colinas do Tocantins convocaram na última sexta-feira, 14, o secretário de Educação, Odilon Monteiro, para dar esclarecimentos sobre valores de uma capacitação realizada, em janeiro, para os professores. Durante a sessão extraordinária, eles não tiveram argumentos, visto que, esta semana alguns deles estiveram em um evento em Brasília (DF) e gastaram quase o triplo, do investimento feito pela Prefeitura, com os profissionais da Educação..

O presidente da casa, Júnior Pacheco (PPS), chegou a retirar-se antes da sessão extraordinária acabar, visto que, não sabia explicar o ocorrido. A Prefeitura gastou com a inscrição de cada um dos profissionais da educação, na capacitação, R$ 1.505,83 e o parlamentar que questionava esse valor, pagou mais, um valor de R$ 1.650, 00.

Durante a sessão os vereadores chegaram a discutir entre si e não conseguiram ter nenhum argumento coerente, visto que eles mesmos, não sabiam explicar os gastos em Brasília. “Eu estou indignado, como que vocês pedem explicação sobre uma capacitação de professores e nem sequer comunicou as colegas da casa, que vocês estavam em Brasília essa semana? E gastando muito mais? Eu estou sabendo aqui, agora”, disse o vereador Antônio Pedroza (Azia).

Sobre a capacitação, o secretário de Educação explicou: “Quem não deve não teme e a contratação de um curso, no valor de R$ 387 mil, com inscrição de cada um dos 257 professores participantes está amparado em lei da Educação, conforme a lei de Base e Diretrizes da Educação (LDB), n° 9394/96”.

O secretário explicou o questionamento de alguns vereadores, onde alegaram que uma palestra, poderia custar em torno de R$ 40 mil. “Não foi uma palestra, foi uma capacitação, onde pagamos pela inscrição de cada participante. Uma palestra é por hora, e já imaginou pagarmos por dois dias, mais de 24 horas quanto que não teria sido gasto?”

O secretário pontuou também questionamento do vereador Leandro Coutinho (PT) que chegou a falar que alguns conselheiros não haviam concordado com o curso. “A capacitação foi aprovada pelo Conselho de Educação, e tenho prova, com ata assinada por todos. Todo o processo é feito com transparência, não houve nenhum superfaturamento”, explicou o secretário.

 

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