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Carlesse assina ato que reconduz José Omar Almeida à chefia do Ministério Público Estadual

Atualizada em: 31/10/2018 15:00

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O governador Mauro Calesse (PHS) assinou na manhã desta quarta-feira, 31, no Palácio Araguaia, em Palmas (TO) o ato que reconduz o atual procurador-geral de Justiça do Tocantins, José Omar de Almeida Júnior, ao cargo, pelos próximos dois anos.

A solenidade foi rápida e contou com a presença do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Manoel Pires dos Santos. O nome de José Omar de Almeida foi escolhido por Carlesse após ser o mais votado de uma lista tríplice encaminhada ao governador na última terça-feira, 30. É o chefe do Executivo quem cabe escolher o nome para conduzir a Procuradoria Geral de Justiça (PGJ).

A eleição foi realizada na segunda-feira, 29, com a participação exclusiva dos membros do Ministério Público Estadual (MPE-TO). Foram 78 votos para José Omar e, na segunda colocação, ficou o procurador de justiça José Demóstenes de Abreu, com 66 votos. Já em terceiro, o procurador de justiça Alcir Raineri Filho, com 51 votos.

O prazo para escolha por parte do Governador era de 15 dias, mas Mauro Carlesse adiantou o processo de nomeação. 

Perfil

José Omar de Almeida Júnior é natural de Ceres (GO) e possui formação em Direito pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e especialização em Direito Penal e Processual Penal.

Iniciou sua carreira profissional no Ministério Público do Estado de Goiás na função de assessor técnico, de 1976 a 1989. Com a criação do Estado do Tocantins, mudou-se para a capital provisória, Miracema, onde ingressou no quadro auxiliar do Ministério Público. Em junho de 1989 assumiu o cargo de assessor do procurador geral de Justiça e posteriormente chefe de gabinete da Procuradoria Geral de Justiça.

Foi aprovado no primeiro concurso para promotor de justiça do Tocantins e ingressou na carreira em 30 de janeiro de 1990. Ele atuou nas promotorias de Arraias, Paraíso do Tocantins e Palmas até ser promovido a procurador de Justiça em agosto de 1997.

Entre outros cargos, foi presidente do Conselho Superior de Segurança Pública do Tocantins em 2013, enquanto representante do MP-TO no colegiado e também presidiu a Associação Tocantinense do Ministério Público entre 1990 e 1993.

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