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⟳ Atualizada em: 06/08/2022 10:00

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, as negociações entre Brasil e China para autorizar a exportação de farelo de soja, proteína concentrada de soja, milho, amendoim, entre outros produtos brasileiros, estão sendo concluídas.

Falta ainda fechar alguns procedimentos operacionais, como o registro das empresas, mas a abertura de mercado é dada como certa. Esta é uma demanda antiga da cadeia da soja, pois o farelo possui maior valor agregado do que a soja em grão, que já é vendida para a China. 

Marcos Fava Neves, especialista em agronegócio, explicou o impacto que essa medida terá no setor.

“Trata-se de uma notícia muito boa. Isso significa para o Brasil uma etapa a mais de agregação de valor, ou seja, a soja exportada em grão também pode ser industrializada e exportada na forma de farelo e na forma de óleo. Ao ser industrializada aqui no Brasil, são empregos gerados, são impostos em uma indústria, então é mais uma possibilidade de ocupação do mercado chinês, com um produto com maior nível de agregação de valor.”

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