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⟳ Atualizada em: 01/05/2022 12:08

O presidente Jair Bolsonaro fez uma rápida participação no ato organizado em Brasília por seus apoiadores contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e em defesa do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), que foi condenado a oito anos e nove meses de prisão por ataques à democracia, mas recebeu perdão presidencial. O presidente chegou por volta de 11h30 e fez uma caminhada, cumprimentando apoiadores. Ficou cerca de dez minutos e, sem discursar, retornou ao Palácio da Alvorada, onde mora, com o comboio de carros oficiais.

O ato tem faixas com pedidos de destituição dos ministros do Supremo, além de críticas à esquerda, ao ex-presidente Luiz Inácio Inácio Lula da Silva (PT) e à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Os deputados Bia Kicis (PL-DF) e Sanderson (PL-RS) e o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, estão no local.

Bolsonaristas circulam pela manifestação, em frente ao Congresso Nacional, enrolados em bandeiras do Brasil e com camisetas com frases como “Meu partido é o Brasil”, “Deus, Pátria e Liberdade” e “Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos”. Nos carros de som, manifestantes pediram o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF. “Fora, Xandão”, gritaram. Uma das faixas que foram colocadas no local pede “criminalização do comunismo e destituição dos ministros (do STF)”.

Ato bolsonarista em Brasília, no dia 1º de maio.
Aliados de Bolsonaro tinham aconselhado ele a não ir no ato para evitar uma escalada do conflito com o Supremo. A avaliação é de que o chefe do Executivo teve ganhos políticos ao confrontar o STF no caso Silveira e agora é preciso baixar a temperatura da crise.
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