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⟳ Atualizada em: 07/05/2022 08:47

A Advocacia-Geral da União contestou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de mandar a PF produzir um relatório sobre o tenente-coronel Mauro Cid, ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, diz a Folha. 

Na última segunda, o ministro do Supremo Tribunal Federal deu 15 dias para a corporação elaborar um “relatório minucioso” de análise do material colhido em uma quebra de sigilo obtida durante a investigação sobre a divulgação de um inquérito sigiloso da corporação a respeito de um ataque hacker ao TSE. Bolsonaro e Cid são investigados.

“Revela injustificável excesso de prazo e abuso investigatório”, complementa.

De acordo com a PF, Cid também participou de diversos atos de desinformação. Segundo a corporação, dados encontrados na quebra de sigilo telemático do ajudante de ordens indicam sua participação na live de outubro do ano passado em que Bolsonaro fez uma associação mentirosa entre a vacinação contra a Covid e o desenvolvimento da Aids.

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