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⟳ Atualizada em: 08/03/2022 12:27

Durante solenidade alusiva ao Dia Internacional da Mulher, Jair Bolsonaro afirmou que a população feminina brasileira está “praticamente” integrada à sociedade.

Ao citar a história de sua mãe, dona Olinda Bolsonaro, o presidente da República tentou exaltar os avanços das mulheres nas últimas décadas, mas aproveitou o discurso para criticar a ideologia de gênero e políticas públicas instituídas pelo PT ou por parlamentares da esquerda, como o Programa de Direitos Humanos (PNDH-3), que proíbe a “discriminação de crianças e adolescentes” em relação à  gênero, orientação sexual ou o projeto de lei que criminaliza a homofobia (PLC-122).

De olho no eleitorado feminino, Bolsonaro anunciou hoje várias medidas específicas para as mulheres, como uma linha de microcrédito e um programa do Ministério da Saúde para combater a pobreza menstrualEle, inclusive, fez questão de usar uma gravata cor de rosa. Algo inédito em pouco mais de três anos de gestão.

“A Damares mesmo disse aqui que em nosso governo a participação feminina é bem maior que dos demais governos. Além disso, isso é um aviso aos ‘machões’, esse foi o governo que mais prendeu ‘machão’ agressor. Isso é respeito acima de tudo”, disse.

“E quando se fala em mulher também, não se pode deixar de pensar e falar em família: o que é uma família? Como a família era vista há pouco tempo, aqui dentro dessa edificação [Palácio do Planalto]. Quem se lembra do PNDH-3, quem sem lembra do PLC-122, quem se lembra de ideologias e tantas e tantas outras coisas? Quem se lembra dos nomes que antecederam à ministra Damares?. Estamos no caminho certo, o respeito acima de tudo. A preservação dos valores familiares”, afirmou.

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