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⟳ Atualizada em: 16/07/2022 11:02

presidente Jair Bolsonaro disse acreditar que o Brasil já tenha uma das gasolinas mais baratas do mundo e previu uma deflação no país em agosto. A declaração foi feita em live desta sexta-feira (15), na qual ele exaltou a mudança de ICMS dos combustíveis e calculou que a gasolina tem caído quase R$ 2 por litro e o álcool, pouco mais de R$ 1 por litro. 

“Acho que a gente vai ter deflação no Brasil no próximo mês. Porque o preço do etanol, do álcool, da gasolina, da energia elétrica já se faz presente. O dono da padaria vai poder diminuir o preço do pãozinho na ponta da linha se quiser. Todo mundo ganha com isso. É uma luta minha, do Parlamento, o presidente da Câmara e do Senado trabalharam para diminuir esse percentual de imposto”, afirmou.

Ele ainda incentivou a população a gravar vídeos em postos de combustíveis. “Peça a nota fiscal, guarde a nota, faça um vídeo na frente do posto. Como fiz agora, passei no posto e conversei com os frentistas. Vai ter que ter o preço o valor de 22 de junho e o preço de agora. Acredito que hoje em dia nós já temos uma das gasolinas mais baratas do mundo. Lógico que não dá para comparar o mundo árabe”, disse.

O presidente ainda aproveitou para criticar governos anteriores por corrupção em obras de refinarias. “No mundo árabe eles são autossuficientes e têm refinarias. Nós não temos porque começaram a fazer três em 2004, 2005, e foi uma roubalheira total.”

Segundo Bolsonaro, todos os governadores do Nordeste entraram na Justiça contra a redução de ICMS dos combustíveis. “Começaram a reduzir agora porque é lei e tem que cumprir. A gasolina tem caído quase R$ 2 por litro. O álcool, pouco mais de R$ 1 por litro. Diesel não teve queda ainda porque a média do ICMS era baixa”, avaliou.

presidente sancionou o teto de 17% para o ICMS de combustíveis e outros itens no fim de junho. O texto define combustíveis, energia elétrica, comunicações, gás natural e transporte coletivo como bens essenciais. Estados e municípios calcularam uma perda de arrecadação de cerca de R$ 80 bilhões com o teto. O Senado chegou a incluir algumas compensações aos estados, mas trechos acabaram vetados.

O governo federal também determinou a obrigatoriedade da divulgação transparente dos preços dos combustíveis automotivos. Os postos de gasolina deverão informar, de forma clara e legível, os valores praticados no estabelecimento em 22 de junho de 2022.

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