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⟳ Atualizada em: 08/07/2022 15:45

O presidente Jair Bolsonaro teria batido o martelo e topado indicar o desembargador federal Ney Bello (foto), do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), para o cargo de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Reportagem da coluna “Radar” aponta que a segunda vaga seria de Messod Azulay Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).

A confirmação do nome de Ney Bello coroaria uma campanha de pressão e convencimento do desembargador, que fazia rodadas de conversas com ministros do STJ em prol de seu nome antes mesmo da primeira vaga ter aparecido, no final de 2020. Em 2019, ministros da corte superior já relatavam as campanhas do desembargador para ser escolhido pela vaga.

A segunda cadeira estaria com Messod Azulay, que comanda o TRF-2, responsável pela Justiça Federal nos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, de onde a família Bolsonaro é mais próxima.

O nome passaria a integrar o “Grupo do Rio”, composto de ministros vindos do Rio de Janeiro que mantém relações próximas. Além de Luiz Fux e Luis Roberto Barroso no STF, nomes como Luis Felipe Salomão e Benedito Gonçalves no STJ vem do estado.

A indicação de Bolsonaro precisa ser feita ao Senado. Os nomes serão sabatinados pela CCJ e, se aprovadas pelo Plenário, ocupam as cadeiras de Napoleão Nunes Maia Filho e Néfi Cordeiro.

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