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⟳ Atualizada em: 17/09/2021 22:36

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vai viajar acompanhado de uma comitiva formada por 18 pessoas para participar da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York. Conforme publicado na edição desta 6ª feira (17.set.2021) do DOU (Diário Oficial da União), além do chefe do Executivo, a equipe brasileira contará com 8 ministros, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), a primeira-dama Michelle Bolsonaro, entre outros.

A Assembleia Geral da ONU começou em 14 de setembro e vai até o dia 30. A participação do Brasil será na próxima terça-feira, 21. Bolsonaro e sua trupe devem viajar no domingo ( 19 ). São eles:

  • ministro das Relações Exteriores, Carlos França;
  • ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres;
  • ministro da Economia, Paulo Guedes;
  • ministro da Saúde, Marcelo Queiroga;
  • ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite;
  • ministro do Turismo, Gilson Machado Neto;
  • ministro Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Eduardo Ramos;
  • ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Augusto Heleno;
  • deputado federal Eduardo Bolsonaro;
  • secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Rocha;
  • embaixador do Brasil nos EUA, Nestor Forster Jr.;
  • representante Permanente do Brasil na ONU, Ronaldo Costa Filho;
  • presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães;
  • primeira-dama, Michelle Bolsonaro;
  • advogado Rodrigo Mudrovitsch;
  • intérprete Paulo Angelo Matao;
  • intérprete Claudia Chauvet;
  • intérprete Rachel Bezerra.

Tradicionalmente, o Brasil é o 1º a discursar. Espera-se que o país aborde temas relacionados à crise sanitária e econômica causada pela pandemia de covid-19, à preservação da Amazônia, entre outros assuntos. Bolsonaro avisou que vai aproveitar o evento para defender o marco temporal.

No entanto, a ida do presidente brasileiro a Nova York ainda tem um impasse. Nessa quinta feira ( 16 ), Bolsonaro disse que não vai se vacinar contra a covid-19 para ir à Assembleia. Ele voltou a afirmar que decidirá sobre a imunização depois que todos os brasileiros estiverem vacinados.

O problema é que a prefeitura de Nova York exigiu prova de imunização de qualquer pessoa que participe do evento. A organização da Assembleia, por outro lado, recomenda a vacinação, mas informou que não pode pedir aos chefes de Estado e aos outros integrantes das delegações para apresentarem um comprovante de vacina.

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