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⟳ Atualizada em: 13/02/2020 15:14

O presidente Jair Bolsonaro  disse nesta quinta-feira ,13, que estudará a proposta do deputado federal Atila Lins (PP-AM ), que estava com ele na saída do Palácio da alvorada, em Brasília, de criar um ministério extraordinário para tratar da Amazônia.

Na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a reclamar da repercussão dos incêndios na Amazônia, no ano passado.

Bolsonaro afirmou também que não resolveria nada incluir governadores e secretários municipais no Conselho da Amazônia.  “Se você quiser que eu bote governadores, secretários de grandes cidades, vai ter 200 caras. Sabe o que vai resolver? Nada. Nada”, disse Bolsonaro.

“Tem bastante ministros. Nós não vamos tomar decisões sobre Estado da Amazônia sem conversar com governador, com a bancada do estado. Se botar muita gente é passagem aérea, hospedagem, uma despesa enorme, não resolve nada”, completou.    

Ele também defendeu que o Brasil que o Brasil antecipe políticas “para assegurar que a Amazônia é nossa e que seus bens não fiquem escondidos lá para sempre”.

Na visão de Bolsonaro, o colegiado, criado em 1995 pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o conselho é “um projeto de governo” e servirá para afirmar a soberania do Brasil sobre a região.

“A Amazônia é nossa”, destacou Bolsonaro em discurso, na última terça-feira . Sem citar nomes, ele fez referência a Emmanuel Macron, no ano passado sobre o aumento do desmatamento na floresta amazônica.

“Queremos a Amazônia realmente cada vez mais brasileira, a Amazônia realmente nos pertence”, disse. Temos que nos antecipar a problemas e preparar politicas para assegurar que  a Amazônia é nossa. E que seus bens não fiquem lá escondidos para sempre”.  

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