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⟳ Atualizada em: 17/01/2020 15:51

O Brasil inicio 2020 com mais de 400 plantas de biogás em operação, um crescimento de 40% em relação ao ano passado. Para a Associação Brasileira de Biogás ( ABIOGÁS ),  o ano foi de conquista para o setor, que, além da expansão no número de usinas – com empreendimento de grande porte em andamento que somam investimentos da ordem de R$ 700 milhões, registrando avanços significativos na politica que favorecem o biogás.

Para o presidente da ABIOGÁS, Alessandro Gardemenn, ¨ o RenovaBio ( Politica Nacional de Biocombustível ), que prevê a comercialização de Certificados de Descarbonização (CBIOs ) a partir de janeiro, vai impulsionar a indústria do Biogás. O biometano ( Biogás para uso de combustível) tem a melhor nota por apresentar pegada negativa de carbono, e pode ser creditado como combustível ou no processamento do etanol¨,  explicou .

O biogás pode ser produzido próximo ao local consumo, sem grandes investimentos como na construção de gasodutos. O biogás é uma fonte firme de energia, despachável, e limpa, que reduz as emissões de CO2 e ainda trás uma solução a passivos ambientais , que se tornam ativos energéticos. Segundo os cálculos da ABiogás, atualizados em dezembro, o potencial de resíduo produzido pela agroindústria e saneamento. Este volume seria suficiente para suprir 70% da demanda de diesel no  País.

Hoje, o biogás corresponde a menos de 1% da matriz energética brasileira, o que,  para a associação, demostra que existe uma margem gigantesca para o crescimento. Toda a matéria que precisamos para a produção do Biogás já está pronta, resíduos orgânicos  da agroindústria e do saneamento, que são descartados no meio ambiente muitas vezes sem tratamento. Fonte: Suinocultura

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