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Base aliada de prefeito Amastha perde mais um vereador na câmara de Palmas

Atualizada em: 10/10/2017 23:55

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Por Wanessa Sobreira

A Câmara de Palmas conta com 19 vereadores, divididos entre situação e oposição. No entanto, o último a anunciar a saída da base do prefeito Carlos Amastha (PSB), é o vereador Diogo Fernandes (PSD). Com isso, agora são oito vereadores da oposição.

São eles: Léo Barbosa (SD), vice-presidente da Câmara de Palmas; Júnior Geo (Pros); Milton Neris (PP); Lúcio Campelo (PR); Rogério Freitas (PMDB); Filipe Fernandes (PSDC) , Vandim da Cerâmica (PSDC) e o vereador Diogo Fernandes (PSD).

Nos bastidores da casa, comenta-se a possibilidade da saída do também vereador da situação Filipe Martins (PSC).  No primeiro contato com assessoria do vereador, foi dito que se tratava apenas de especulação. Até o fechamento desta reportagem não obtivemos resposta sobre o assunto.

Com isso dos 19 vereadores, onze permanece na base da gestão atual. São eles: o presidente da casa, vereador Folha Filho (PSD); Tiago Andrino (PSB); Major Negreiros (PSB); Vanda Monteiro (PSL); Laudecy Coimbra (SD); Marilon Barbosa (PSB); Gerson da mil coisas (PSL); Moisemar Marinho (PDT); Filipe Martins (PSC); Jucelino (PTC) e Etinho Nordeste (PTB).

Entrevista Exclusiva

O vereador Diogo Fernandes (PSD), conversou com exclusividade com a equipe de reportagem do portal Orla Notícias, e adiantou que saiu na semana passada da base aliada do prefeito Carlos Amastha. O anúncio, segundo o vereador, será feito nesta quarta-feira, 11, de outubro.

Em entrevista, o vereador explicou os motivos que o levou a deixar a situação.

“Minha permanência na base era na tentativa de ajudar a implantar as ideias do meu grupo de seguidores por meio de politicas públicas na cidade. Mas esse governo afirma que não precisa de ideias de ninguém porque as dele são as melhores. Procurei manter a linha da coerência e do bom senso”, conta Fernandes.

O vereador detalha quais as bandeiras que ele defende e como o comportamento da gestão diante desses assuntos afetou a sua decisão.

“As minhas bandeiras que sempre defendo é o comércio fortalecido, no entanto, ele feriu isso quando matou a Avenida Tocantins. A educação, não foi respeitada a liberdade de expressão e o direito a greve dos professores. Não poderia compactuar com isso. Por isso, me posicionei contra o governo mesmo sendo base, porque entendo que ninguém foi eleito para ser base ou oposição e sim para representar suas bandeiras para qual foi eleito”, enfatiza o vereador.

Fernandes, finaliza destacando que a decisão não tem cunho pessoal.

“Nada pessoal, continuo na torcida para que Amastha. faça um bom governo, mas continuarei com meus questionamentos quando preciso. Desejo boa sorte, mas prefiro assumir uma postura de independência”, termina.

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