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⟳ Atualizada em: 11/12/2019 16:23

Líderes partidários encaminharam na última terça-feira, 10, um acordo para baixar de R$ 3,8 bilhões para R$ 2,5 bilhões o valor eleitoral. A medida representa um recuo de integrantes da comissão Mista de Orçamento (CMO), que aprovaram na semana passada um acréscimo de R$ 1,8 bilhões à proposta do governo, que era de R$ 2 bilhões, o Congresso retomará o valor original enviado pelo Executivo, revisando logo em seguida.

“Não só pegou mal {o aumento} como foi muito reforçado pelo ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta. A declaração do ministro de que estavam sendo retirados R$ 500 milhões da saúde dobrou a opinião pública contra o Congresso”, disse o presidente da CMO, o senador Marcelo Castro (MDB –PI). Ex-ministro da saúde nega que o fundo retire recursos da área. “O ministro fica bem com a opinião publica”, afirmou.         

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