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Abono salarial: economista ensina a dar um bom uso ao dinheiro

O prazo para o saque do benefício vai até amanhã, sem prorrogações; saiba o que fazer com o dinheiro que, apesar de não ser muito, pode fazer a diferença nas despesas de início de ano

Atualizada em: 27/12/2017 18:14

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Os trabalhadores que receberão o Abono Salarial referente ao ano de 2015 têm até o próximo dia 28, quinta, para sacar o benefício. O Ministério do Trabalho informou que não haverá prorrogação. De acordo com Jairan Bandeira Gomes, gerente regional da Caixa Econômica Federal, no Tocantins, 94% dos mais de 91 mil beneficiários já sacaram o dinheiro, e pouco mais de 5,6 mil ainda não foram receber os 2,7 milhões restantes.

Para ter direito ao abono, é necessário ter trabalhado pelo menos 30 dias com carteira assinada em 2015, com remuneração média de até dois salários mínimos durante esse período, e que a empresa tenha informado devidamente ao governo. “A quantia que cada trabalhador recebe é proporcional aos meses formalmente trabalhados em 2015. Se você trabalhou o ano todo, recebe o valor total, que é de um salário mínimo. Caso tenha sido apenas um mês, por exemplo, recebe 1/12 do valor, e assim por diante”, explica o gerente.

O economista Régis Leitte conta que o melhor a se fazer com o dinheiro é guardar para as despesas de início de ano. “O ideal é aplicar o dinheiro na poupança, já que logo começam as despesas com IPTU, IPVA, matrículas escolares etc. Por conta do valor, que não é alto, e pelo tempo, o dinheiro não vai render muita coisa. O legal da poupança é a praticidade. Para aplicações mais complexas, há uma taxa inicial de em média 500 reais, o que não sairia muito em conta, a não ser que a pessoa não tenha planos para esse dinheiro ou já esteja preparada de antemão para os gastos de início de ano”. Ele explica ainda que é interessante fazer um planejamento, botar no papel o destino desse dinheiro. “Fica muito mais fácil quando se tem uma lista, você vai saber exatamente o que precisa pagar e não vai ter surpresas desagradáveis”.

E para os poucos que estão livres das contas de início de ano, se possível, somar o abono com o que sobrou (se sobrou) do décimo terceiro ou das férias, e aplicar o dinheiro para um bom rendimento futuro.

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