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⟳ Atualizada em: 06/11/2021 09:52

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, lançou o Floresta+ Agro, modalidade do Programa Nacional de Pagamentos por Serviços Ambientais direcionada à remuneração de atividades de conservação desempenhadas pelos produtores rurais exclusivamente nas Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal  ou seja, onde eles já são obrigados por lei a manter as florestas em pé.

O anúncio consolida o ambiente legal para viabilizar o pagamento pelos serviços prestados pelos agricultores e pecuaristas e que resultam em benefício ecossistêmicos, como a conservação da vegetação nativa e da biodiversidade, aumento dos estoques de carbono, regulação do clima, disponibilidade hídrica, polinização, proteção e fertilidade do solo.

Foto: Divulgação.

Segundo o ministro, a existência de 282,8 mi/hectares de vegetação nativa conservados em propriedades rurais no país  de acordo com dados da Embrapa Territorial  é fruto da atividade agropecuária.

“Se o produtor não estivesse ali, esses 282 milhões de hectares não existiriam porque não teria dinheiro da economia para cuidar dessas áreas”. O ministro ressaltou que vai defender uma ajuda de US$ 1 trilhão dos países desenvolvidos para a transformação ambiental do planeta durante a COP26, na Escócia. Os US$ 100 bilhões que se falava antes não são suficientes. “Se a gente não buscar US$ 1 trilhão, não vamos fazer a nova economia verde, neutra em emissões até 2050, sem deixar nenhum país para trás”. Fonte: Valor Econômico.

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