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⟳ Atualizada em: 30/07/2020 15:26

A Prefeitura de Porto Nacional recebeu do Ministério da Saúde (MS) três ventiladores pulmonares para ajudar no combate à Covid-19 no Município, que está em terceiro lugar no Estado com mais casos da doença.

Os novos equipamentos já foram instalados na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Porto Nacional, na Unidade Municipal de Referência à Covid-19 e na Unidade Mista de Saúde Portal do Lago, em Luzimangues. 

A ventilação mecânica (VM) consiste em um método de suporte para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada, uma vez que substitui total ou parcialmente a ventilação espontânea, com o objetivo de propiciar adequada troca gasosa, reduzir o trabalho da musculatura respiratória e diminuir a demanda metabólica. Quando o paciente estiver com dificuldade respiratória e não conseguir manter no oxigênio, ou seja, quando a saturação está muito baixa.
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Respirador instalado na UPA de Porto Nacional. Foto: Secom Porto.

A compra e distribuição dos ventiladores pulmonares pelo órgão federal é parte do apoio estratégico do Governo do Brasil no atendimento a Estados e Municípios, principalmente nos locais onde a transmissão está se dando em maior velocidade.

Uma equipe de profissionais enfermeiros e médicos foram capacitados pelo Hospital HCor, de São Paulo, através do médico especialista em UTI, Urgência e Emergência, Dr. VinÍcius Coutinho Aguiar, para as “Boas Práticas no Manejo Ventilatório em Casos de Síndrome Respiratória Aguda por SARS-Covid-2”.

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde assinou quatro contratos com empresas brasileiras para a produção de 15.300 ventiladores pulmonares, sendo: 6.500 com a Magnamed, no valor de R$ 322,5 milhões; 4.300 com a Intermed, no valor de R$ 258 milhões; 3.300 com a KTK, no valor de R$ 78 milhões; e 1.202 com a empresa Leistung, no valor de R$ 72 milhões, para fornecimento de equipamentos no período de três meses (90 dias).

O esforço brasileiro na aquisição destes itens envolve mais de 15 instituições, entre fabricantes processadores, instituições financeiras e empresas de alta tecnologia, entre outras. A distribuição dos equipamentos tem ocorrido conforme a capacidade de produção da indústria nacional, que depende de algumas peças que são importadas.

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